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AS ODES DO PAI POETA

 

Odes  do pai poeta

 

Minha mãe

Se eu tivesse nascido de geração espontânea

Imediatamente procuraria o

Colo de uma mãe igual a você. Mas para minha

Bem-aventurança eu nasci de você ...

Você que não é um deusa  mitológica , mas  é  pra

Mim uma deusa unipresente unipotente e abrangente.

Eu cresci vendo sua sombra ou mesmo o seu corpo , ao

Meu redor, o que me deu força e bem- estar na estrada

Da vida...

Você  cuidou , educou , protegeu e amou este meu ser ainda

Infante. Infante porque sei que pra você serei sempre ,  sempre,

Um grande imenso e pequeno ser em crescimento perene...

Para minha surpresa e alegria , cada evento de crescimento meu  é- pra você- uma  flor a mais no seu  “ jardim da maternidade” .

Hoje no seu dia, meu amor   Storge e ágape se insuflam mais do

Que nunca. Amanheci hoje alegre  e repetindo pra mim mesmo o

Que repito  agora:  mãe eu te amo!

PAI POETA DE BRASÍLIA ( RENAN LINS)

 

BRASILIA   10 DE MAIO DE 2026   

 

ODE ÀS PSICÓLOGAS

Vocês, psicólogas — leoas da alcateia humana —, na vida e nas emoções mundanas, nos ajudam sutilmente, assim como também fazem as leoas no “leoarcado” da vida do bando de felinos.

Nas horas da angústia, do medo e, principalmente, da ansiedade deletéria, vocês estão sempre disponíveis para ordenar nossas emoções com práticas da clínica psicológica — junguiana, freudiana e outras — tão especiais para nós na hora das dificuldades existenciais.

Vocês, através do estudo e da prática profissional, nos permitem utilizar, em nossa melhoria da saúde mental, os estupendos mananciais da ciência psicológica acumulados através do tempo, no intuito de recuperar, restaurar e estimular bons pensamentos e condutas sociais, além de reduzir os sintomas indesejáveis que surgem no interior do paciente.

Vocês, com habilidade clínica, conseguem impedir que sentimentos equivocados dominem nosso dia a dia e, assim, restauram nossa homeostase mental.

Só consigo dizer hoje a vocês, grandes “leoas” do nosso mundo:

Muito obrigado!

Odes do Pai Poeta

Ode à Música Sertaneja

Por que gosto de música sertaneja? Sei lá! Eu respondo.

Quando perguntaram a Santo Agostinho, lá no século IV depois de Cristo, o que era o tempo, ele disse:

“Se penso no que é o tempo, eu sei o que é. Mas, se me perguntam o que é o tempo, eu já não sei explicar...”

É assim comigo e a música sertaneja.

“Sei lá... sei lá...”, falo com meu coração.

Sou do Rio de Janeiro. Sou urbano. Bem, sou talvez 70% carioca e 30% mineiro.

Na juventude, passei muitos anos de férias escolares em Minas Gerais — no interior —, com o mato ao alcance da mão...

Assim, quando ouço músicas com viola e acordeão — coisas do interior —, meu coração e minha mente também se encantam...

“Sei lá...”, eu repito, aumento o volume do rádio do carro e ouço, ouço música sertaneja.

Pai Poeta de Brasília (Renan Lins)

Brasília, 12 de maio de 2026.

 

Uma Ode aos Poetas do Mundo

Vocês, que são a alma doce deste mundo,
flutuam no espaço entre a tristeza e
a felicidade.

Inundam nossos corações de esperança,
nos enternecem com suas ideias
adocicadas num mundo onde existem
névoa e vendavais...

Vocês, que ilustram nossas mentes
como as lamparinas de antigamente
assim faziam nas casas e, com louvor,
nossa felicidade vocês insuflam.

Nossos amores vocês nos fazem
desejá-los com uma ardência que
não conhecíamos...

Aqui e agora relembro cada passo,
cada dúvida, cada esquina que dobrei
com sucesso, com as lembranças benéficas
que seus versos me trouxeram.

Quisera eu ter condensado numa cápsula
azul todos os seus méritos poéticos, para ingeri-la
e, assim, aumentar a
percepção dos fatos deste mundo e,
principalmente, compreender as almas
que nos cercam.

Pai Poeta de Brasília

Brasília, 07 de maio de 2026.